As formas mais convencionais de administração de oxigênio dependem de máscaras faciais ou cânulas e dispositivos nasais. No entanto, o uso destes métodos é limitado por algumas desvantagens, que incluem a necessidade de um fluxo de oxigênio superior a 15L/minuto no caso de hipoxemia grave ou diluição do oxigênio administrado por conta do ar ambiente nos casos de elevado fluxo inspiratório.
Uma alternativa à oxigenoterapia convencional vem recebendo crescente atenção: trata-se do uso de alto fluxo nasal de oxigênio aquecido e umidificado, conhecido como oxigenoterapia nasal de alto fluxo (ONAF), técnica que pode fornecer oxigênio aquecido e umidificado com uma fração inspirada de oxigênio (FiO2 ) controlada e fluxo médio máximo de 60L/minuto por intermédio de uma cânula nasal. Nesta última década, o uso da ONAF tem sido considerado para pacientes com insuficiência respiratória aguda (IRA) hipoxêmica reincidente. Relatos recentes sugerem que a ONAF pode também ser utilizada para intubação segura e para prevenção de IRA após a extubação.
Nestes últimos anos, um número cada vez maior de estudos sugere que existe potencial benefício do uso de oxigenoterapia nasal de alto fluxo para prevenir intubação ou reintubação em pacientes de unidade de terapia intensiva admitidos por insuficiência respiratória aguda reincidente ou sob ventilação mecânica para cirurgia.
Nestes últimos anos, um número cada vez maior de estudos sugere que existe potencial benefício do uso de oxigenoterapia nasal de alto fluxo para prevenir intubação ou reintubação em pacientes de unidade de terapia intensiva admitidos por insuficiência respiratória aguda reincidente ou sob ventilação mecânica para cirurgia.
A oxigenoterapia nasal de alto fluxo é uma alternativa valiosa à ventilação não invasiva para prevenir insuficiência respiratória aguda em condições após cirurgia. O umidificador aquecido servo controlado TR Evolution foi desenvolvido para ser utilizado em unidades de tratamento intensivo e também com aplicação na OXIGENOTERAPIA NASAL DE ALTO FLUXO em pacientes neonatais, pediátricos e adultos.


