A assistência ao recém-nascido com necessidade de reanimação é de extrema importância, procedimentos de risco é fundamental para garantir a estabilização do quadro de recém-nascidos prematuros. Nesse contexto, as medidas de assistência do Programa de Reanimação Neonatal orientam sobre os procedimentos a serem adotados nos partos ocorridos com menos de 34 semanas de gestação. Essas diretrizes foram estabelecidas pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

O ventilador mecânico manual em T tem sido empregado de maneira crescente na reanimação neonatal, em especial em prematuros. Além de seu manuseio ser relativamente fácil, o equipamento permite administrar pressão inspiratória e PEEP constantes, ajustáveis de acordo com a resposta clínica do paciente.

Para o funcionamento adequado do ventilador, há necessidade de uma fonte de gás comprimida; se houver disponibilidade de fonte de ar comprimido e oxigênio e blender, pode-se titular a oferta de oxigênio ao paciente.

Apesar disto, vale lembrar que a administração do volume corrente depende principalmente da complacência pulmonar, que se altera no decorrer do tempo, logo após o nascimento.

Entre os materiais necessários para reanimação do recém-nascido na sala de parto deve ter o painel de alarme gases, umidificadores aquecidos e blenders.

A reanimação ao nascimento é uma das oito intervenções estratégicas para diminuir a mortalidade infantil em nível mundial.

Estima-se que o atendimento ao parto por profissionais de saúde habilitados possa reduzir em 20% a 30% as taxas de mortalidade neonatal, enquanto o emprego das técnicas de reanimação resulte em diminuição adicional de 5% a 20% nestas taxas, levando à redução de até 45% das mortes neonatais por asfixia. Assistência ao recém-nascido é uma parte delicada e que deve ter toda a atenção.

O TR BLENDER, TR EVOLUTION e PAINÉIS DE CONTROLE são complementos de extrema importância para a sua unidade neonatal e pediátrica. Eles controlam o FLUXO em ventiladores e ressuscitadores.

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Pesquisadores alertam para risco significativo de reabertura das escolas.

Uma pesquisa conduzida pela Escola Médica da Universidade Harvard (EUA) mostra que crianças podem ser muito mais contagiosas do que adultos, inclusive aqueles em quadro severo da doença.

Os pesquisadores concluíram que o potencial de disseminação do novo coronavírus pelas crianças foi largamente subestimado nos últimos cinco meses da pandemia.

O artigo, submetido ao periódico científico Journal of Pediatrics nesta quinta-feira 20, foi escrito por pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts, que integra a Escola Médica de Harvard.

O estudo envolveu 192 pessoas com idades de 0 a 22 anos que estavam em unidades de atendimento de urgência por suspeita de Covid-19. Quarenta e nove delas – um quarto do total – testaram positivo para o vírus.

Os cientistas encontraram níveis de carga viral consideravelmente mais altos nas vias respiratórias de crianças nas fases iniciais da doença do que nas de adultos internados em unidades de terapia intensiva.

O RISCO DA VOLTA ÀS AULAS

Os responsáveis pela pesquisa apontam para o risco de as crianças retornarem às atividades escolares com os resultados.

Os pesquisadores questionam se a reabertura de escolas, mesmo com protocolos sanitários rigorosos, vale o risco para alunos, famílias e educadores.

Sem um protocolo rígido, reforçam, o risco de a pandemia persistir e mais pessoas, incluindo familiares, serem expostas ao coronavírus com o retorno das aulas presenciais é “significativo”, o que é agravado em regiões mais pobres e vulneráveis.

Fonte Carta Capital

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, ressalta, porém, que esse prazo depende diretamente da aprovação da vacina nos testes clínicos

Nesta quarta-feira (12), o Instituto Butantan deu mais uma estimativa de quando a vacina contra a Covid-19 deve chegar a São Paulo. Em entrevista à GloboNews, Dimas Covas, diretor do órgão, estimou que a vacina desenvolvida pela chinesa Sinovac deve chegar em no estado até o fim desse ano.

Covas ressalta, porém, que esse prazo depende diretamente da aprovação da vacina nos testes clínicos.

“A vacina estará disponível aqui no Butantan já em outubro. Nesse mês, receberemos cinco milhões de doses. Em novembro, mais cinco milhões e, em dezembro, mais cinco milhões. Essas doses já estão sendo produzidas lá na China, então no fim deste ano teremos 15 milhões de doses disponíveis aqui”, declarou o diretor.

 

Covas ainda afirmou que, paralelamente ao envio das doses prontas, o Instituto também vai começar a receber, a partir de outubro, o ingrediente farmacêutico ativo da vacina para que inicie a produção do medicamento aqui.

Nessa etapa, o Instituto Butantan fica responsável por realizar os processos de finalização do medicamento, como formulação, preparo e envase.

“Além dessas 15 milhões de doses até dezembro, até o primeiro trimestre do ano que vem poderemos ter mais outras 15 milhões de doses. E, no primeiro semestre, chegar a 60 milhões de doses”, acrescentou.

Depois que uma vacina é desenvolvida, o teste de eficácia do medicamento se divide em duas grandes etapas. A primeira delas é a pré-clinica, na qual são realizados testes em animais para comprovação dos dados obtidos em experimentações in vitro. E a segunda é a etapa dos testes clínicos em seres humanos, que é subdividida em três fases.

A primeira testa o medicamento em um menor número de voluntários (entre 20 e 80). Na segunda, esse número já chega a centenas de testados. Já a última etapa do teste clínico – a fase três – testa a eficácia do medicamento em um maior contingente de pessoas, que chega na casa dos milhares. Passada essa fase, a vacina é aprovada e pode ser produzida em larga escala.

Segundo a Sinovac, a fase três dos testes da CoronaVac deve ser concluída até meados de setembro. Pela fase de testes clínicos ser mais demorada, a previsão de uma vacina até o fim desse ano é bem otimista.

A previsão de Dimas Covas é corroborada por João Doria, governador de São Paulo. No começo do mês, ele afirmou que a expectativa é imunização da população brasileira até fevereiro de 2021.

“A vacina é salvadora, ela vai trazer a normalidade de fato na vida dos brasileiros. Tudo indica que já estaremos com uma imunização plena, da totalidade da população brasileira, até o fim de fevereiro. Olhando sempre com olhar otimista, realista”, disse em entrevista à Rádio Bandeirantes na semana passada.

 

Fonte: https://www.infomoney.com.br/

Entenda critérios e avaliações envolvidos na recuperação de infectados

Mais de 1,5 milhão de pessoas em todo o mundo já podem ser consideradas recuperadas da covid-19, doença que se espalhou por mais de 180 países de todos os continentes e foi declarada uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 11 de março. A infecção causada pelo coronavírus Sars-CoV-2 já contagiou mais de 4 milhões de pessoas no planeta, e, como a letalidade do vírus não está entre as mais elevadas de que se tem notícia, boa parte desse grupo vai se juntar aos recuperados nas próximas semanas.

Um exemplo desse provável movimento nos números é a China, país que registrou em dezembro os primeiros casos da doença na cidade de Wuhan. O país, de quase 1,4 bilhão de habitantes, adotou medidas severas de confinamento e informa que conteve a epidemia em um patamar estabilizado de 84 mil casos. Desde o pico da transmissão na China, entre o fim de janeiro e o início de fevereiro, os registros diários de casos foram reduzidos a menos de 100 por dia, com raras exceções. Com o crescimento do número de recuperados e a desaceleração das novas infecções, o país hoje soma cerca de 79,2 mil curados e 4,6 mil mortes, em um universo de 84 mil casos informados pelas autoridades sanitárias do país.

Muitos países, no entanto, ainda registram um número alto de novos casos todos os dias, o que faz com que o total de casos confirmados da doença ainda seja mais que o dobro do de recuperados. O Brasil é um dos países nessa situação, com mais de 188 mil casos confirmados e cerca de 79 mil recuperados. Como os quadros leves de infecção costumam durar 14 dias após o início dos sintomas, uma parte considerável da alta diária de casos entra na conta dos casos recuperados alguns dias depois. 

Mas quando alguém pode ser considerado recuperado de covid-19?

Contagem de recuperados

A OMS considera, no caso dos doentes confirmados por critério laboratorial, que estão recuperados aqueles que tiveram dois resultados negativos para SARS-CoV-2 com pelo menos um dia de intervalo. Já nos casos leves de covid-19, a OMS estima que o tempo entre o início da infecção e a recuperação dure até 14 dias.  

O Ministério da Saúde informa que, no caso do Brasil, o número de recuperados considera os dois critérios da OMS. De um lado, entram na conta pacientes com infecções mais graves que foram internados e passam por novos testes para identificar se o vírus continua ativo no organismo. Do outro, estão os pacientes com casos leves, que entram na conta de recuperados quando não apresentam mais os sintomas após 14 dias do início da infecção.

As autoridades sanitárias do país consideram que ainda estão em acompanhamento todos os casos notificados pelas secretarias estaduais de Saúde nos últimos 14 dias que não evoluíram para óbito. Além disso, há os pacientes hospitalizados por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) que foram internados nos últimos 14 dias e não tiveram registro de alta ou óbito no Sistema de Vigilância Epidemiológica de Gripe (SIVEP Gripe).

Sintomas pós-alta

Para grande parte desses recuperados, os sintomas da covid-19 terão ficado no passado. Mas, para uma parcela deles, ainda será preciso acompanhamento profissional. É o que explica a pneumologista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Patrícia Canto. 

"Pacientes que tiveram poucos sintomas, com um quadro parecido com um resfriado ou uma gripe, se recuperam bem e não costumam ter nenhum problema depois desses 14 dias", explica. "Os pacientes com quadro mais moderado não saem dos 14 dias e voltam ao normal. Eles têm recebido alta e procurado os serviços de saúde novamente, ainda em recuperação, muitos com uma sensação de cansaço, ainda sem conseguir voltar às suas atividades normais. Muitos ainda apresentam falta de ar.”

A pneumologista explica que os casos moderados são aqueles em que houve internação sem a necessidade de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI). "O que eu tenho visto, acompanhando pacientes nessa fase pós-alta, são pacientes ainda muito cansados, com relatos de falta de ar ainda. Principalmente os que já tinham asma ou alguma doença pulmonar."

A comunidade científica ainda busca respostas sobre a duração dessas limitações pós-internação, já que a pandemia ainda é recente. "Relatos da China indicam que pessoas saíram de alta com algum grau de fibrose pulmonar, com cicatrizes. A gente não sabe se isso é definitivo e em que grau isso vai comprometer a capacidade respiratória das pessoas."

As consequências mais sérias têm sido observadas em pacientes que desenvolvem os quadros graves da covid-19. Nesse caso, as complicações muitas vezes vão além do pulmão durante a internação, com insuficiência renal e problemas de coagulação.

"Esses vão ter um período muito mais longo de recuperação", conta ela. Como o tempo de internação em UTI pode chegar a semanas, a necessidade de fisioterapia respiratória e motora tem sido frequente, principalmente para pacientes idosos.

O ataque do coronavírus a outros órgãos, em alguns casos, leva os pacientes graves à UTI antes mesmo da necessidade de ventilação mecânica, e a recuperação dessas partes do corpo vai demandar acompanhamento especializado após a alta.

Monitoramento

A pneumologista aconselha que os pacientes recuperados que continuem apresentando sintomas como cansaço busquem o serviço de saúde para acompanhamento médico. O retorno às atividades deve ser cuidadoso, e a prática de exercícios físicos, por exemplo, deve ser retomada de forma gradual, caso não haja mais sintomas respiratórios.

"Se o Messi torce o pé e fica quatro semanas sem jogar, quando ele volta, ele não vai jogar os dois tempos. Ele entrar nos 10 minutos finais de um jogo já ganho. É por aí", compara ela, que pede que o distanciamento social e os cuidados de higiene continuem, porque não há garantias de que pacientes já infectados possam ser considerados imunes à doença. "Permaneça na sua casa", aconselha.

Com o crescimento do número de recuperados, a pneumologista acredita que o acompanhamento desse grupo vai gerar uma nova pressão por serviços de saúde que precisa ser observada pelos gestores da área. 

"A gente vê que muitos desses recuperados são pessoas ainda com algumas sequelas e sintomas, ainda que a gente não possa ter certeza de por quanto tempo elas terão esses sintomas. Veremos um aumento da demanda”, concluiu.

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Veja os números da pandemia de covid-19 no Brasil e no mundo.

 

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/

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